sábado, 31 de dezembro de 2011
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Catujal: Assalto à mão armada no Café Estrela
«Luvas calçadas e gorros passa-montanhas a cobrir os rostos, os dois assaltantes, ambos de pistola em punho, invadiram o café Estrela, no Catujal, Loures, anteontem ao início da noite, e não deram hipóteses ao casal de proprietários. "Levaram tudo o que podiam. Ainda mexeram nos nossos pescoços para ver se tínhamos ouro. A sorte foi o nosso filho, de 15 anos, não estar aqui", diz ao CM uma das vítimas, Leonor Pereira, 52 anos, de lágrimas nos olhos.
- Leonor Pereira, proprietária do café Estrela -
"Mandaram-me abrir a caixa registadora para levarem o dinheiro todo. Um deles veio logo para trás do balcão onde eu estava com o meu marido e o outro ficou ao pé do único cliente [pelas 20h00], que também ficou sem a carteira, onde tinha 60 euros. Foi um susto enorme. Já há três anos tinham vindo cá e levaram-nos o dinheiro todo. O nosso filho tinha na altura 12 anos e teve uma arma apontada à cabeça", recorda a mulher.
Investigadores da Polícia Judiciária de Lisboa estiveram ontem de manhã no café a falar com os proprietários. A dupla conseguiu fugir a correr. A PSP ainda esteve no local mas já não chegou a tempo de evitar a fuga dos dois assaltantes armados e encapuzados.
Armando Pereira, 59 anos, está desolado. "É terrível ter armas apontadas ao corpo. Ficámos sem capacidade de reacção e eles conseguiram levar, entre o dinheiro da caixa registadora, o das raspadinhas e o tabaco mais de 500 €", conta a vítima ao CM.
O café não dispõe de sistema de videovigilância e, agora, a investigação da PJ conta apenas com a descrição feita pelo casal.
"Temos alarme, mas só está a funcionar quando fechamos as portas. Pelo menos não nos fizeram mal, apesar das ameaças de morte", desabafa Armando. Ontem, as vítimas contaram com o apoio de familiares e amigos.»
in CM online, 30-12-2011
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Rodoviária de Lisboa alarga oferta de carreiras até novo Hospital Beatriz Ângelo, em Loures
Com a abertura do Hospital Beatriz Ângelo, em Loures, prevista para o início de
2012, a (RL) vai introduzir novas paragens nas carreiras
204, 215, 225 e 301, com o objectivo de dar resposta às necessidades decorrentes
da existência deste novo equipamento hospitalar.
A partir de 2 de Janeiro, a carreira 204 estabelece a ligação entre as Patameiras (Centro Comercial) e Loures (Centro Comercial), com passagem pela estação de Metropolitano Sr. Roubado, Casal do Privilégio, Urbanização das Urmeiras, em Loures, Hospital Beatriz Ângelo e, por fim, LoureShopping (e vice-versa).
O autocarro 215 parte da estação de comboios do Cacém, passa pelo Jardim de Belas, Casa da Cultura de Caneças, Montemor, Hospital Beatriz Ângelo e termina em Loures, no Largo R. Reis (e vice-versa);
A carreira 225 faz a ligação entre Odivelas e o Hospital, passando por Quinta Nova, Chapim e Jardim da Radial e, finalmente, Hospital Beatriz Ângelo (e vice-versa).
A 301 sai da Estação do Oriente, passa pela Igreja de Moscavide, Praça da República, em Sacavém, Catujal, Apelação, Ponte de Frielas, Hospital Beatriz Ângelo, LoureShopping (e vice-versa).
Paralelamente às alterações implementadas pela RL, a Câmara Municipal de Loures vai proceder à instalação de uma praça de táxis junto à nova unidade hospitalar.
in Loures.com, 28-12-2011
sábado, 24 de dezembro de 2011
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Rodoviária de Lisboa muda serviço nocturno nas zonas do Catujal, Bairro das Coroas, Unhos e Bairro do Espinhal
Desde esta segunda-feira (28-11-2011), à noite, o transporte passou a ser assegurado por uma só carreira nas zonas do Catujal, Bairro das Coroas, Unhos e Bairro do Espinhal.
A Rodoviária de Lisboa mudou o serviço nocturno. Desde esta segunda-feira, à noite, o transporte passou a ser assegurado por uma só carreira nas zonas do Catujal, Bairro das Coroas, Unhos e Bairro do Espinhal.
A nova carreira 750 integra os percursos das carreiras 305 e 309 das 20:30 às 24:30, aos dias úteis, sábados e domingos. Esta nova carreira, que é de tipo circular, sai da Estação do Oriente e faz a circulação via Bairro das Coroas e Bairro do Espinhal. O objectivo é facilitar o regresso a casa nos horários nocturnos de forma mais rápida e segura.
António Corrêa de Sampaio, presidente da Rodoviária de Lisboa, acredita que "esta nova carreira vai melhorar muito a vida dos passageiros”. “É mais cómodo e confortável usar uma carreira que, no horário da noite, faça o percurso mais rapidamente, com menos tempo de paragem”, acrescentou.
in Lusomotores, 29-11-2011
domingo, 20 de novembro de 2011
Camarate: Bombeiros em greve contra o comandante Jorge Fernandes
«Os Bombeiros Voluntários de Camarate, em Loures, estão em greve desde sábado para exigir a demissão do comandante, Jorge Fernandes, a quem acusam de perseguir alguns subordinados, disse este domingo à Lusa o presidente da corporação.
Os cerca de 30 bombeiros voluntários que compõe a corporação de Camarate, que serve perto de 18 mil pessoas, apenas admitem sair para as situações de urgência mais graves até que o comandante Jorge Fernandes peça demissão do cargo que exerce há cinco anos.
Desde sábado, no quartel encontram-se apenas dois elementos da equipa de
emergência, um telefonista e os elementos de direcção.
Devido a essa situação, muitas situações de emergência ocorridas na área de
actuação desta corporação estão a ser acudidas por bombeiros de outras
corporações.
Em declarações à agência Lusa, o presidente da Associação Humanitária dos
Bombeiros de Camarate, António Perna, explicou que esta greve é o culminar de
cinco anos de" perseguições, ameaças, descriminações", e, em alguns casos de
"assédio" a elementos femininos da corporação.
"Este comandante tem um espírito ditador. É na base do quero posso e mando.
Desde que é comandante nesta corporação já provocou a saída de 90 bombeiros",
referiu António Perna.
O presidente dos bombeiros de Camarate sublinhou que não existem condições no
quartel para a continuidade do comandante Jorge Fernandes e apelou à Autoridade
Nacional de Protecção Civil (ANPC) que resolva o caso o mais rapidamente
possível.
"Ninguém quer ficar cá. Em tempos já tivemos mais de uma centena de bombeiros
voluntários e hoje restam três dezenas. Se isto continuar assim corremos o risco
de ter de encerrar portas", alertou.
Luísa Silva, 40 anos, faz parte do grupo de cerca de 90 bombeiros que decidiu
sair por divergências com o comandante, depois de 12 anos de serviço.
"Optei por sair porque senti que já não estava a fazer nada aqui. Ele
[comandante] é um homem que persegue muito e nunca está satisfeito com nada.
Quando embirrava com alguém ia até ao fim para conseguir despachar essa pessoa",
contou.
Neste momento está em curso um abaixo-assinado para exigir a demissão do
comandante, mas estão previstas mais formas de luta.
"Estamos dispostos a ir até às últimas consequências para resolver esta
situação. Se durante a próxima semana não tivermos uma resposta iremos pedir
audiências ao secretário de Estado da Administração Interna, aos grupos
parlamentares e à Associação de Profissionais dos Bombeiros", adiantou António
Perna.
A agência Lusa tentou contactar com o comandante dos Bombeiros de Camarate,
Jorge Fernandes, mas sem sucesso.»
in JN online, 20-11-2011
sábado, 19 de novembro de 2011
Camarate: Junta de Freguesia exige reunião com o ministro da Economia por causa dos transportes
«O presidente da Junta de Freguesia de Camarate, Loures, quer reunir-se com o ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, para contestar a supressão de autocarros na zona, prevista na reformulação da rede de transportes, anunciou hoje o autarca.
- Arlindo Cardoso -
Em declarações à Agência Lusa, após uma reunião entre o Executivo e os moradores de Camarate, Arlindo Cardoso explicou que a população está indignada face à possibilidade de poderem ser suprimidos três autocarros no âmbito da reformulação da rede de transportes da Área Metropolitana de Lisboa.
"As alternativas existentes (Rodoviária de Lisboa) são insuficientes, com horários desfasados das necessidades e de fraca qualidade. Isso vai obrigar as pessoas a deslocar-se de transporte individual ou a pé", apontou.»
Agência Lusa, 18-11-2011
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