quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Caneças: Polícia espanca Polícias


«Um homem de 66 anos, agente aposentado da PSP, pôs-se do outro lado da Lei e, na tarde de anteontem, espancou dois colegas de Caneças, em Loures.

O agente reformado não só deu uma cabeçada num polícia como atacou outro e resistiu à detenção. Foi mesmo necessário o uso de gás pimenta para o imobilizar. Será hoje presente a um juiz.

O agressor foi abordado numa simples infracção de trânsito, quando tinha o carro estacionado na faixa de rodagem do Largo Vieira Caldas, em Caneças. Uma patrulha da PSP que passava pelo local pediu-lhe que removesse o veículo, e foi nessa altura que começou uma acesa troca de palavras.

O aposentado, bastante agressivo, de imediato deu uma cabeçada num dos agentes, acabando por ser detido. Agressor e vítima foram assistidos no Hospital de Santa Maria, Lisboa.»


in CM online, 16-8-2011


quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Zona de Sacavém: Policia Judiciária deteve dois homens por roubo de objectos de ouro


«A Policia Judiciária (PJ), através da Directoria de Lisboa e Vale do Tejo, identificou e deteve dois homens pela presumível prática de crimes de roubo com arma de fogo de que foram vítimas três sul-americanos, em meados de Maio, na zona de Sacavém, concelho de Loures.

Em comunicado, a PJ informa que os detidos se apoderaram de diversos objectos de ouro das vítimas, "numa acção concertada" e tendo sujeitados os cidadãos sul-americanos a "forte pressão psicológica". Os objectos foram depois vendidos em estabelecimentos do ramo.

Os suspeitos, de 20 e 21 anos, possuem já um "largo cadastro policial" e são procurados pelas autoridades por estarem referenciados pela "prática reiterada" de diversos crimes "de diferente natureza".

Depois de terem sido sujeitos a um primeiro interrogatório judicial, um dos suspeitos ficou em prisão domiciliária e o outro ficou detido em estabelecimento prisional.»


in Público online, 10-8-2011

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Chamas lavraram durante duas horas entre Loures e Mafra

«Dez a 15 hectares de floresta terão ardido, esta quarta-feira, nas freguesias de Lousa e Santo Estêvão das Galés, em Loures, num incêndio que mobilizou 120 bombeiros e um meio aéreo.

O incêndio lavrou entre Freixeira (Loures) e Serra de Monte Muro (Mafra). O comandante distrital da Autoridade Nacional da Protecção Civil (ANPC), Elísio Oliveira, informou que o fogo, que não causou danos pessoais ou materiais, iniciou-se às 11.24 horas e foi dominado às 14.10 horas.

Estiveram envolvidos no combate às chamas 120 bombeiros apoiados por 43 veículos e um helicóptero bombardeiro pesado Kamov. "A prioridade foi defender as habitações dispersas e a grande mancha florestal. Estamos em fase de rescaldo num trabalho para durar ao longo de todo o dia e garantir que não haja reactivações", disse.

"Duas habitações estiveram teoricamente em perigo, tal como uma pequena indústria de madeira, mas a rápida acção dos bombeiros evitou que as chamas se aproximassem", disse o presidente da Junta de Freguesia de Lousa, Nelson Batista.»


in JN online, 10-8-2011

domingo, 7 de agosto de 2011

Quinta do Mocho, Sacavém: Desacatos fazem quatro feridos


«Desacatos esta madrugada na Quinta do Mocho, em Loures, provocaram, pelo menos, quatro feridos, entre os quais um agente da PSP, segundo fonte policial.

"Houve dois ou três indivíduos que foram esfaqueados cerca das 06h30 no seguimento de uma festa na Quinta do Mocho", disse à agência Lusa uma fonte da PSP.

Um agente da PSP foi atingido na cabeça com um objecto quando tentava intervir. Os feridos foram transportados para o Hospital de São José, em Lisboa.

Neste momento, os ânimos estão calmos no bairro, mas foram enviados reforços para o local, onde se encontram duas equipas de intervenção rápida da PSP e alguns carros de patrulha.

A fonte do Comando Metropolitano da PSP adiantou à Lusa que haverá dois detidos.»


in Público online, 06-8-2011

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Azulejos da Fábrica de Loiça de Sacavém em exposição no Museu de Aveiro


Museu de Aveiro reúne mostra única de azulejos Arte Nova



«Reúne mais de cem painéis produzidos pelas mais importantes fábricas nacionais e internacionais, entre as quais a Fábrica de Sacavém, da Fonte Nova e de Caldas da Rainha. «A Arte Nova nos Azulejos em Portugal - Colecção Feliciano David e Graciete Rodrigues», leva até ao público pela primeira vez, uma extensa colecção de exemplares da temática Arte Nova na azulejaria portuguesa. Para ver, até 2 de Setembro, no Museu de Aveiro…

A exposição única de azulejos em estilo Arte Nova produzidos entre 1900 e 1920, está patente no Museu de Aveiro, e reúne exemplares de criação nacional e ainda estrangeiros. São mais de cem obras produzidas nas fábricas de Sacavém, Fonte Nova, Devezas, Carvalhinho, Lusitânia, Constância e Caldas da Rainha, que dão a conhecer pela primeira vez um núcleo significativo de azulejaria Arte Nova.

«A Arte Nova nos Azulejos em Portugal - Colecção Feliciano David e Graciete Rodrigues» leva até ao público, no Museu de Aveiro, uma extensa e sistemática colecção de azulejaria nacional e internacional de temática Arte Nova, cuidadosamente reunida ao longo dos anos por Feliciano David e por Graciete Rodrigues.

O Presidente da Câmara Municipal de Aveiro considera que esta exposição “constitui para Aveiro motivo de indisfarçável alegria ser sede da primeira exposição da colecção de azulejaria Arte Nova em Portugal, reunida por Feliciano David e por Graciete Rodrigues”.

“Temos enorme gosto em acrescentar esta magnífica mostra ao trabalho estratégico que o município de Aveiro vem desenvolvendo na preservação e divulgação da Arte Nova, dispondo dos recursos locais e, também, em rede com outras localidades europeias que partilham a ambição de proteger e difundir o legado estético, físico, simbólico e histórico presente nesta concepção artística”, afirmou Élio Maia numa nota divulgada pela autarquia.

A exposição é comissariada pelos especialistas em azulejaria António José de Barros Veloso e Isabel Almasqué, que assinam também os textos do catálogo, e conta ainda com o apoio da Câmara Municipal de Loures, através do Museu de Cerâmica de Sacavém, onde futuramente também estará patente. Em declarações à Lusa, António Barros Veloso sublinhou “o carácter único da mostra, cujo período artístico representado (1900-1920) não está sequer contemplado no Museu Nacional do Azulejo com esta amplitude”.

O comissário referiu que a Arte Nova não teve “grande receptividade em Portugal, nomeadamente pelos arquitectos, num período em que imperavam nomes como Norte Júnior, Ventura Terra e, mais tarde, Raul Lino, e por outro lado havia ainda uma grande influência revivalista do ceramista Jorge Colaço”, responsável entre outros pelo revestimentos como o interior da estação ferroviária de S. Bento, exterior da igreja de santo Ildefonso, ambas no Porto, ou do Palácio do Buçaco.

A exposição divide-se em cinco núcleos: «O que é e como apareceu a Arte Nova», «Os motivos figurativos da Arte Nova», «As fábricas nacionais», «A integração na arquitectura exterior e de interior» e «Fábricas estrangeiras e a sua expressão em Portugal». «A Arte Nova nos Azulejos em Portugal - Colecção Feliciano David e Graciete Rodrigues» poderá ser visitada até ao dia 2 de Setembro, de 2ª a 6ª, das 10hàs 13h horas e das 14h às 17h30.

O preço de entrada é de 1 euro por pessoa. As crianças até aos 12 anos e seniores não pagam.»



(26-7-2011)


segunda-feira, 25 de julho de 2011

Prior Velho: Cavalo devolvido ao ‘violador da net’

«Diz viver angustiado com a mulher, por ter o filho, Rogério Pebre – que ficou conhecido como o ‘violador da net’ –, a cumprir 13 anos e meio de prisão na cadeia de Beja por três violações, entre as quais a da própria filha, de apenas dez anos. Agora, Carlos Pebre, de 71 anos, o pai do condenado, tem mais um problema em mãos: um cavalo do filho.

- Carlos Pebre com o cavalo do filho -

Na rua de Macau, no Prior Velho, Loures, ninguém queria acreditar quando ontem, pelas 10h00, um camião de transporte de animais vivos parou em frente à porta de Carlos Pebre, onde deixou um cavalo amarrado. O animal foi levado por Reinalda Almeida, de 36 anos, ex--namorada de Rogério Pebre, que sempre defendeu a inocência do condenado.

A administrativa pretende, ao que tudo indica, limpar todos os vestígios do passado que teve com Rogério Pebre, com quem manteve uma relação de apenas poucos meses. Aliás, na altura em que o ‘violador da net’ foi detido e posteriormente condenado, Reinalda sempre disse que o namorado era inocente e que não acreditava que ele fosse um violador.

Ontem, contudo, deixou uma televisão e o cavalo de Pebre amarrado à porta do pai do ‘ex’, juntamente com um balde de ração e três fardos de palha. Carlos Pebre ainda tentou falar com a mulher, mas esta abandonou o local rapidamente.

"O que faço eu agora com o cavalo?", questiona Carlos Pebre, ao mesmo tempo que alguns curiosos viam o animal a comer em plena estrada. "O cavalo é do meu filho, mas ela é que o tinha em casa, pois tem espaço. Agora deixou-o aqui sem me dizer nada. Vai agora ficar no meu quintal, mas tenho de procurar um outro local. Chamei a PSP, mas eles chegaram aqui e disseram que não era um caso de polícia e foram-se embora." »


in CM online, 24-7-2011

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Câmara Municipal de Loures é a que mais deve à Águas de Portugal

«As câmaras municipais devem mais de 300 milhões de euros à Águas de Portugal, sendo o município de Loures o que tem a maior dívida, totalizando 16 milhões de euros, revelou, esta segunda-feira, a AEPSA.

Os dados do estudo encomendado pela Associação das Empresas Portuguesas para o Sector do Ambiente (AEPSA) indicam que as dívidas cresceram 20% entre 2008 e 2009, passando de 191 para 228 milhões de euros.

Actualmente, o valor ultrapassa 300 milhões de euros, havendo 29 autarquias que têm dívidas superiores a dois milhões de euros.

Loures encabeça esta lista (16,1 milhões de euros), seguindo-se Aveiro (9 milhões), Lisboa (8,7), Vila Nova de Gaia (6,7), Albufeira (6,6) e Santo Tirso (5,4).

O presidente da AEPSA chamou a atenção para a difícil situação financeira da Águas de Portugal (AdP), devido ao facto das tarifas serem, em média, 40% inferiores aos custos.

Há várias empresas em falência técnica e a própria AdP deve mais de 2,9 mil milhões de euros, "o que dificulta a contracção de mais empréstimos", indicou o mesmo responsável.

Paulo Pinheiro salientou que algumas linhas orientadoras dos PEAASAR (Plano Estratégico de Abastecimento de Água e Saneamento de Águas Residuais) não foram cumpridas, como o aumento da participação privada e a uniformização das tarifas, e apelou a uma maior concorrência.

No entanto, é preciso mais transparência: "o que é fundamental para que os privados se interessem é que [o sector] seja inteiramente claro para quem o analisa".

O responsável da AEPSA afirmou que se os privados assumissem a gestão do sector da água haveria "várias formas" de resolver as dívidas dos municípios, mas não especificou quais.»


Lusa, 11-7-2011